Quase sempre nos acomodamos às situações e
deixamos
de seguir em frente; recuamos diante do fim de
um
relacionamento que há muito não nos satisfaz,
adiamos
projetos que impliquem renúncias, nos
acomodamos
nas esquinas
da vida, porque
temos medo do
vai-e-vem da
gangorra e de tudo o que ameaça a nossa
comodidade,
sem nos darmos conta de que podemos estar
sentados
sobre um barril de pólvora. Na verdade,
sempre
arranjaremos desculpas para a nossa
caminhada
para fugir da responsabilidade de assumir
riscos,
e esperamos que a
explosão da nossa inércia
parta de acaso,
como se, do mesmo modo,
não fôssemos arcar com as consequências do
que causamos,
Somos resistentes às mudanças porque
tememos os desafios e não nos
dispomos a enfrentar o desconhecido que
somos pra nós mesmos
.
madiluna silva


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