Não deixe que me esconda no vazio dos
seus sonhos, que ao acordar, nega se a lembrar,
ata-me a sua respiração, as lembranças,
do passado, presente e ou futuro, se for possível.
Ha momentos que o amor que a ti dispensei,
parece inevitável querer esquecer o que
vive ainda presente, na saudade de nossas mentes
como uma incógnita que atemoriza e no obscuro ainda vigora.
